lição 01

O real significado da adoração e do louvor 

4° Trimestre de 2016

capaeditadajovensnova

INTRODUÇÃO
I-A SINCERA DÚVIDA DE UM ESCRIBA
II - A RESPEITO DA ADORAÇÃO INDIVIDUAL
III - ALGUNS DESAFIOS NA ADORAÇÃO EM COMUNIDADE
CONCLUSÃO

A condição humana é única e sem paralelos em toda a criação de Deus. O modo fantástico e assombroso como o SENHOR nos fez (Sl 139.14) implica também numa série de características e responsabilidades próprias a cada um de nós. Foi nos dada a tarefa de sermos “pastores” da criação (Gn 1.28), muito mais do que um pretenso direito de “usufruir” da natureza, temos a incumbência de cuidar da realidade ao nosso redor. Em virtude de nossas responsabilidades, temos uma série de atributos que nos são exclusivos com relação ao restante dos seres do universo: racionalidade, liberdade, vontade. Em consequência destas faculdades específicas tudo no ser do homem, e com quem ele relaciona-se, ganha contornos diferentes daqueles que são experimentados pelo conjunto da criação.

A natureza adora a Deus como uma condição exclusivamente existência-teleológica, ou seja, a adoração que os demais seres do universo prestam ao Criador está de acordo com a observância da finalidade sua natureza. O cosmos foi feito para adorar a Deus, deste modo, seu funcionamento segundo os critérios e parâmetros estabelecidos pelo SENHOR no início de todas as coisas, revela-se como um ato de reverência, manifestação e adoração do criador de todas as coisas. Já com relação a humanidade há algo mais. Viver segundo a vontade de Deus, após a queda, tornou-se uma escolha, não mais uma inevitável condição. Bilhões de pessoas diariamente vivem alheias a presença de Deus que se revela em cada lugar da superfície da Terra; desde a mais nobre ou luxuosa obra da engenharia humana, passando pelos intocáveis rincões da natureza ainda não humanizada, assim como no mais simples e desprovido torrão de terra. Mais grave ainda é constatar, que como resultado de um ateísmo prático, milhões de cristãos desenvolvem suas vidas no cotidiano, absolutamente afastados de Deus, vivendo como se seguidores de Cristo não fossem, negando-o em seus negócios, relacionamentos e pensamentos.

Adorar a Deus é uma opção consciente que deve fazer todo aquele que reconhecendo sua limitação estrutural, conclui, de maneira lógico-racional, que deve haver um Ser criador e sustentador de todas as coisas, para quem deve ser a glória e o louvor de toda a humanidade. Não somos autônomos, por condição natural somos um ser gregário, entretanto, o mais relevante de todos os relacionamentos de quem dependemos é uma vida de comunhão com o SENHOR. Indaga-se assim desta forma: o que seria adorar? Para além de uma perspectiva sociológica, que pode ver a adoração apenas como uma manifestação componente das várias expressões de religiosidade humana; deve-se compreender a adoração como uma ânsia interna de todo indivíduo, que na busca de conhecer a si e o mundo ao redor, depara-se com um conjunto de questões absolutamente insolúveis para sua própria mente: Quem somos nós? Qual o sentido da vida? Há uma lógica inerente a toda a natureza?

Compreendendo que as respostas mais elaboradas da humanidade nunca conseguiram abarcar com clareza a totalidade dos aspectos destas questões; assumir nossa condição precária e reconhecer a magnificência de Deus, de modo coerente e amoroso, razoável e passional, é a melhor opção que cada um de nós deve fazer. Mais que um aglomerado de rituais e cerimônias, para além de um conjunto de tradições culturais, hereditariamente transmitidas a cada geração, adoração é a tomada de postura, humilde e quebrantada, que se assume limitada e projeta em Deus – único digno de toda a adoração – o sentido último de toda a existência. Adorar é relacionar-se com quem se sabe pouco sobre, mas que compreende-se o necessário e suficiente: Deus, amor indescritível, força mobilizadora de todo universo, ser pessoal que se determinou em manter com a humanidade um relacionamento vivo, contínuo e íntimo.

Subsídio feito pelo próprio comentarista da Revista, Pastor Thiago Brazil. 

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