Lição 04

Adoração como cumprimento da vontade de Deus

 

4° Trimestre de 2016

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INTRODUÇÃO
I - ABRAÃO: A PARTIR DE UM HOMEM, O CUMPRIMENTO DO PLANO DE DEUS PARA TODAS AS FAMÍLIAS DA TERRA
II - ISAQUE: QUEM ESPERA A VONTADE DE DEUS RECEBE A MELHOR PARTE 
III - COMO POSSO SABER SE ESTOU FAZENDO A VONTADE DE DEUS E, POR ISSO, ADORANDO-O

CONCLUSÃO

A partir do momento em que compreendemos que adoração não é um conjunto de rituais cúlticos, circunscritos a um tempo e a um local, nosso estilo de vida deve ser absolutamente impactado. A relação que o adorador mantém com Deus, ultrapassa as fronteiras do campo religioso e reflete em todos os aspectos da existência daquele. Não há domínio isento das influências do criador. O ato de adorar manifesta-se assim tanto nas mais despretensiosas ações como nas mais complexas decisões.

Por isso Abraão e sua descendência direta parecem ser ótimos exemplos de pessoas que, mesmo quando o culto a Deus não estava compreensivelmente estabelecido, experimentaram uma vida plena de adoração e louvor, pois, já naqueles tempos remotos, entenderam que louvar a Deus é algo que se faz continuamente. Para o ainda Abrão, a decisão de deixar a estabilidade de sua abastada vida caldeia, para deslocar-se a um território desconhecido e distante, demonstrava de modo público a centralidade da presença de Deus na vida dele. Não era por ter recebido ou para receber algo imediatamente que o patriarca convenceu-se de sair de sua terra, e sim, pela viva convicção de que o inexplicável de Deus é melhor do que qualquer razão humana tradicionalmente estabelecida.

Os sacrifícios de Abraão foram muito agradáveis a Deus, pois eram o fruto de uma vida consagrada ao SENHOR. A despeito de ter oferecido animais ou riquezas, os bens mais precisos ofertados por Abraão a Deus foram seus dias nos desertos, suas custosas caminhadas nas trilhas das incertezas, por fim a vida do próprio filho; sim, de seu Isaque. O patamar de espiritualidade deste homem demonstrou-se superior ao de muitos em sua época, e porque não assumir, da maioria de nós hoje. Não havia limites para as orientações de Deus na vida de Abraão. O SENHOR determinou diretamente onde o patriarca devia viver, a preservação de cada um de seus filhos foi obra direta do criador, o milagre de sua, já idosa esposa, dar à luz ao filho da promessa foi resultado do cumprimento da palavra de Deus.

O resultado de uma vida nessas condições não podia ser outro: a Abraão é próspero em tudo que faz: recebe vitória em conflitos bélicos, encontra paz e segurança nos dias derradeiros de sua vida, vê o sonho de uma descendência ser estabelecido. A bem da verdade, toda esta felicidade e realização que atinge a vida de Abraão tem muito pouco a ver com o que o patriarca em si mesmo, todavia, está diretamente relacionada com a manifestação de Deus na vida dele que se estabelece por meio das múltiplas experiências de adoração.

Não era preciso um culto, um templo, um sacerdote, para que o Senhor Jeová apresentasse-se a Abraão. Na recepção de um grupo de estrangeiros, no deslumbramento ocasionado pela observação do estrelado céu ou mesmo num tenso contexto de resolução de um conflito familiar – a presença de Deus sempre se fez notória. Há vários modos de se aprender a adorar, entretanto, seguir o caminho de piedade que um pai e uma mãe íntimos de Deus relegam como herança é um enorme privilégio. Foi assim na vida de Isaque; provavelmente não foi nada fácil obedecer ao comando de seu pai, quando este pediu que ele deitasse sobre uma pilha de pedras para servir de sacrifício a Deus – somente alguém que conhece intimamente o pai, e o Deus do pai, é capaz de acatar.

Que jovem abriria mão de um relacionamento com alguém da comunidade onde vive para aguardar a incerta chegada de uma noiva que deveria aceitar um convite de um desconhecido, para ir a uma terra estranha, casar-se com um homem nunca antes visto? Bem, apesar de todos os possíveis prognósticos contrários, nós que conhecemos a história podemos declarar: Não há nada melhor que adorar continuamente a Deus; Ele, por seu grande amor, cuidará de todas as áreas de nossas vidas. Quem no AT amou-se como Isaque e Rebeca? Somente um amor, que foi constituído para o louvor do Pai, poderia tornar duas pessoas tão felizes assim. Sem dúvida alguma, adorar é a melhor decisão que tomamos em nossas vidas.

Subsídio feito pelo próprio comentarista da Revista, Pastor Thiago Brazil. 

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