Lição 4

O Cristão Diante da Pobreza e da Desigualdade Social

4° Trimestre de 2017

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INTRODUÇÃO
I - A ASCENSÃO ECONÔMICA E O CUIDADO COM O POBRE
II - JUSTIÇA SOCIAL E PROFETISMO
III - A POLÍTICA ECONÔMICA E A DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL
CONCLUSÃO

Professor(a), a lição deste domingo tem como objetivo central ajudar os jovens a refletirem a respeito da relação entre justiça social e profetismo bíblico. Para ajudá-lo(a) na sua reflexão, leia o subsídio abaixo:

“Existem vários tipos de pobreza, mas o que temos em mente aqui é a pobreza no seu sentido material. Nesse aspecto, pobre é a pessoa cuja renda anual é insuficiente para arcar com as despesas básicas de sua família, vivendo abaixo da linha da pobreza. Esta é a pobreza extrema, a situação de miséria. O Banco Mundial estima que tal condição existe quando se recebe menos de US$ 1,9 dólares por dia. Mas a pobreza também pode se referir às pessoas de classe social inferior que, por causa da vulnerabilidade, sofrem vários tipos de opressão.

No Antigo Testamento, encontramos as palavras ãnî, ebyôn e rãs para se referir à pessoa pobre, fraca, necessitada ou desamparada em termos financeiros. O ãnî vive do ganho de cada dia e é socialmente indefeso, estando sujeito à opressão 1. Outra palavra empregada é dal, referindo-se a alguém empobrecido ou de meios reduzidos; descreve aqueles que são as contrapartes dos grandes (Lv 19.15; Am 2.7). Dal sugere algum tipo de aflição, ebyôn enfatiza necessidade e rãs indica destituição 2. Em o Novo Testamento, a palavra ptõchos tem o sentido amplo de pobre, miserável ou impotente (Mt 11.5; 26.9,11; Lc 23.1).

Como vimos no capítulo anterior, a raiz primária da escassez foi a maldição decretada por Deus no Éden. A pobreza, igualmente, veio à existência após este evento. Aaron Armstrong observa que ‘a Queda fez da pobreza a configuração padrão, uma atração gravitacional com a intenção de nos arrastar para baixo. Isso é assim não só porque agora é mais difícil produzir riqueza material, mas também porque a Queda provocou uma cascata constante de desafios relacionais, caracterizada por desculpas e transferência de culpa pelo nosso pecado, bem como por um desejo contínuo em cada um de atuar como Deus uns sobre os outros’ 3. Biblicamente, portanto, devemos compreender que vivemos em um mundo caído, e a pobreza, assim como a doença e a morte, resulta da rebelião do homem contra o Criador.

Uma vez que a Queda é a raiz mais profunda da pobreza, a sua causa primária, as demais causas responsáveis pela miséria e má distribuição de renda são simples galhos que surgem daquela raiz, as quais podemos chamar de fatores externos da pobreza. 

Existem vários fatores econômicos e sociais que podem levar alguém a essa condição, tais como opressão e sistema judiciário favorável aos poderosos (Lv 19.15), juros altos (Êx 22.25-27), salários baixos injustificáveis (Jr 22.13), dívidas (2Rs 4.7; Pv 22.26), falta de emprego, política econômica inadequada e até mesmo preguiça (Pv 19.15; Ec 10.18).

A permanência da pobreza

Em decorrência desses fatores, a Bíblia declara a constância da pobreza sobre a face da terra (Mc 14.7). Contudo, longe de indicar uma postura de conformismo e indiferença, e servir como desculpa contra a ação social, tal afirmação tem o propósito de nos conduzir ao cuidado permanente dos necessitados, enquanto eles existirem (Rm 15.25, 26; Gl 2.10; 1Jo 3.17).

É preciso observar o contexto em que tal afirmação foi dita pelo Senhor Jesus (Mc 14.7). Os discípulos estavam repreendendo a mulher que havia acabado de despejar um vaso de alabastro repleto de unguento nos pés do Mestre, como sinal de adoração. Para eles, tal ação era um verdadeiro desperdício. Na opinião dos discípulos, a mulher deveria vender o unguento e distribuir o dinheiro entre os pobres. Jesus, então, afirma: “Deixai-a, por que a molestais? Ela fez-me boa obra. Porque sempre tendes os pobres convosco, e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes; mas a mim nem sempre me tendes” (Mc 14.6,7).
O que Jesus está afirmando é que aquela era uma oportunidade única, momentânea, que a mulher não poderia deixar passar. Enquanto o cuidado com os pobres poderia ser realizado a qualquer momento, ante a permanência da pobreza (cf Dt 15.11). Adolf Pohl capta o ensino subjacente da afirmação de Cristo ao dizer: “Para fazer o bem não é preciso só ter dinheiro, mas também o tempo e a oportunidade certa. O bem não se pode fazer seguindo um princípio rígido, mas submetendo-se ao tempo e ao plano de Deus” 4.

O pobre e o amor ao próximo

Portanto, Jesus não estava a menosprezar o cuidado com os pobres, tanto que destaca que os discípulos poderiam fazer-lhes o bem quando quisessem. Afinal, o amor pelo pobre e o cuidado pelos vulneráveis foram dimensões importantes do ministério terreno de Cristo, tendo Ele próprio estabelecido o mandamento de amarmos o próximo como a nós mesmos (Mt 22.39).

Os evangelhos retratam com fidelidade que Jesus de fato conviveu com os carentes. Ele andou entre os pobres e marginalizados (Mt 9.13). Anunciou a chegada do Reino, efetuou milagres e ensinou o plano de Deus aos menos favorecidos. Incitou os seus discípulos a ajudarem os pobres, ao mesmo tempo em que elogiava a generosidade dos menos afortunados (Mc 12.42,43). Em Lucas 14 vemos o Nazareno aconselhando as pessoas a abrirem suas casas e carteiras aos pobres, aos cegos e aos aleijados. Quando deres um jantar, disse o Mestre, não convides teus amigos, nem teus irmãos, tem teus parentes, nem os vizinhos ricos, para que não aconteça que eles também te convidem, e recebas isso como retribuição. Mas, quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos (Lc 14.12,13).

Segundo Timothy Keller, o conselho de Jesus parecia mais um suicídio econômico. Pois ele estava mandando que os discípulos fizessem amizade não com as pessoas da classe alta, as quais poderiam trazer-lhes benefícios, e sim com os pobres, que não poderiam retribuir a mesma gentileza. Em outras palavras, afirma Keller, “Ele está dizendo que devemos gastar muito mais dinheiro e bens com os pobres do que com nosso próprio divertimento, seja em férias, seja em restaurantes, seja em reuniões com gente importante”5.

Ao interpretamos tais palavras, não é adequado olharmos para o povo daquela época como se tivessem sido uma massa homogênea que vivia apenas da religião 6, como bem lembrou David Fiensy ao citar H. Kreissing. De acordo com Fiensy, é necessário apreciar a história bíblica, nesse caso o Novo Testamento, também pelo prisma socioeconômico. Nesse aspecto, é importante ter em conta que Jesus viveu em condições típicas das antigas sociedades agrárias e interagiu com diversas classes econômicas. Fiensy rememora que as parábolas de Cristo “não eram apenas imbuídas de ideias teológicas, mas também de conteúdo econômico. Seu estilo de vida não refletia simplesmente as necessidades da pregação itinerante; resultou também de escolhas socioeconômicas conscientes” 7.

De Gênesis a Apocalipse é nítida a preocupação de Deus com as pessoas carentes e necessitadas, que se encontram em situação de opressão e desigualdade:

  • Não roubes ao pobre, porque é pobre, nem atropeles na porta o aflito. (Pv 22.22)
  • O que dá ao pobre não terá necessidade, mas o que esconde os seus olhos terá muitas maldições. (Pv 28.27)
  •  Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício. (Pv 19.17)
  •  O que oprime o pobre insulta aquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado honra-o. (Pv 14.31)
  •  Não perverterás o direito do teu pobre na sua demanda. (Êx 23.6).
  •  Ouvi, meus amados irmãos. Porventura, não escolheu Deus aos pobres deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam? (Tg 2.5)
  •  Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar o seu coração, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. (1Jo 3.17,18)

Essa última passagem bíblica é contundente. A pergunta do apóstolo João nos leva a perceber que a ajuda ao necessitado é um teste da genuína fé cristã. Como podemos dizer que temos o amor de Deus em nossas vidas se, tendo condições, não ajudamos aqueles que precisam? João afirma, então, que não podemos amar de palavras, mas por obras e em verdade.

A declaração do apóstolo é importante para desfazer certa desconfiança evangélica em torno da palavra “obras”. Isso se deve em grande medida à interpretação equivocada de Gálatas 2.16: “Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo e não pelas obras da lei, porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada”. Obviamente, nenhuma pessoa é salva pelas obras da Lei, afinal, pela graça somos salvos, por meio da fé (Ef. 2.8). Contudo, é crucial perceber que Paulo está se referido às obras da Lei, e não às obras de caridade. Tanto uma quanto outra não são capazes de levar o homem a se restabelecer espiritualmente diante de Deus. Todavia, as obras de caridade refletem os frutos da salvação. Em outras palavras: a fé se manifesta em obras. Por esse motivo a declaração de Tiago: “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma” (Tg 2.17). A esse respeito, Alexandre Coelho afirma: “A fé sem obras é igualmente passível de ser extinta, de ser apenas um movimento intelectual. Pode haver teologia, mas sem prática da fé cristã demonstrada nas obras, a teologia será apenas um pensamento distante, mesmo que ortodoxo 8.

Apesar do cuidado com o pobre, não encontramos nas Escrituras respaldo para a Teologia da Libertação, corrente teológica de origem católica que centraliza na pobreza a ênfase do Evangelho, e interpreta as Escrituras com base no sofrimento do oprimido. Trata-se de uma doutrina revolucionária e humanista que interpreta as Escrituras a partir da ideologia marxista, dando ênfase exagerada à justiça social. Tal teologia não coaduna com perspectiva da ortodoxia cristã, uma vez que compreende o Reino de Deus como sendo um governo eminentemente político no tempo atual, que deve ser conquistado por meio da luta dos pobres contra a opressão. 

A Teologia da Libertação trata o pecado em termos de coletividade, e não como rebelião individual. A mensagem básica dos seus defensores “é a condenação dos ricos e dos opressores e a libertação dos pobres e dos oprimidos”, com se estes não pudessem pecar, contrariando assim o princípio bíblico da universalidade do pecado (Rm 3.23; 5.12).

Se a pobreza não é por si só uma virtude espiritual, como sinal de ausência de pecado, a riqueza também não corporifica em si a iniquidade. Ainda que sejamos advertidos para não ajuntarmos tesouros na terra (Mt 6.19), e também sobre os perigos do amor ao dinheiro (1Tm 6.7-10), não se pressupõe que os ricos tenham conquistado sua riqueza por meio desonesto.

Tanto o rico quanto o pobre carecem da graça de Deus (Pv 22.2), e devem igualmente ser tratados com equidade (Êx 23.3,6). Não obstante, os pobres precisam de maior proteção, porquanto se encontram em situação de maior vulnerabilidade econômica. Daí porque as Escrituras vão reiteradamente alertar para os perigos da opressão sobre aqueles que se encontram em situação de pobreza e contra a injustiça.

JUSTIÇA SOCIAL E O PROFETISMO

No Antigo Testamento, justiça — ao lado da Lei — é um dos temas centrais no relacionamento entre Jeová e seu povo, e significa de forma geral a virtude pela qual se age com retidão, justeza e integridade, de acordo com o padrão divino (Êx 9.27). Aqueles que assim procedem são chamados de justos (Jó 22.19, Sl 1.6; 14.5). Um dos termos hebraicos usados para justiça, sedhaqah, “descreve a postura e as ações que Deus possui e que espera que seu povo também preserve. Ele é inequivocamente justo; a justiça é inteiramente sua prerrogativa. Seu povo deve semear justiça e, como recompensa, receberá justiça (Os 10.12). Ele trata com seu povo segundo a irrepreensibilidade que eles demonstram (2Sm 22.21; Ez 3.20)”9. O termo refere-se ainda à punição do erro e à condição daqueles que foram justificados, isto é, considerados inocentes (Jó 11.2; Is 50.8).

Além desse aspecto, a justiça para Israel também possuía um aspecto social, envolvendo o cuidado com os pobres e vulneráveis (Mq 6.8; Zc 7.9; Sl 146.7). Nessas passagens bíblicas, justiça (hb. mishpat) denota a necessidade de tratamento igualitário aos menos afortunados, aos órfãos, às viúvas e aos estrangeiros (Jr 22.3). Enquanto povo escolhido, Israel deveria implantar uma cultura de justiça e paz, agindo com generosidade em relação ao próximo.

Em termos bíblicos, portanto, a justiça social parte do pressuposto que todas as pessoas devem ser tratadas com igual respeito e dignidade, observadas as suas diferenças. Nesse sentido, afirma-se que justiça é tratar de maneira igual os iguais e de modo desigual os desiguais, na medida de duas desigualdades. Uma vez que o homem foi criado à imagem de Deus (Gn 1.26), a injustiça (Sl 92.15) e a acepção de pessoas (Rm 2.11) são rejeitadas por Ele.

Por esse motivo, Timothy Keller chama de justiça generosa a justiça que nasce da graça de Deus. Fazer justiça, diz ele, “inclui não apenas o conserto do que está errado, mas também generosidade e interesse social, especialmente em relação aos pobres e vulneráveis. Esse tipo de vida reflete o caráter de Deus”10.

Profetizado contra as injustiças

Vemos o interesse de Deus com a implantação da justiça por meio das mensagens proféticas do Antigo Testamento. Isaías bradou contra os príncipes da sua época por não fazerem justiça ao órfão e não se importarem com a causa das viúvas (Is 1.23). Obedecendo a ordem de Deus, Jeremias disse para o rei de Judá exercer o juízo e a justiça, livrar o espoliado da mão do opressor; não oprimir ao estrangeiro, nem ao órfão, nem à viúva (Jr 22.3). Cheio do poder do Espírito do Senhor Miquéias alçou a voz contra a corrupção dos poderosos e a subjugação do povo (Mq 3). Zacarias disse para o povo mostrar piedade e misericórdia para com os vulneráveis (Zc 7.9). Em um contexto difícil, Amós condenou o desprezo e a opressão dos ricos em relação aos pobres, que eram pisados (Am 5.11) e vendidos ao preço de sandálias (2.6). Contra essa situação desumana e degradante, o profeta saiu em defesa das pessoas carentes (4.2).

Como vemos, a função profética sobrepuja a tarefa de transmitir mensagens de bênçãos da parte de Deus. Ela envolve também a denúncia do erro e a exortação contra as injustiças. Em outras palavras, o profetismo bíblico é abrangente, pois compreende, além do aspecto eminentemente religioso, as esferas econômicas e política.

Conclusão

A igreja cristã brasileira tem diante de si um enorme desafio social. Afinal, o país em que vivemos é marcado pela desigualdade social. Enquanto existe enorme concentração de renda entre as pessoas mais ricas, milhares de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, em condições de miséria. Apesar dos avanços nas últimas décadas, o Brasil ainda é um país que apresenta diferença abissal entre ricos e pobres.

Vários fatores são responsáveis pela desigualdade social, um deles é a adoção de visões econômicas distorcidas. O termo economia origina-se das palavras gregas oikos (casa) e nomos (normas). Na Grécia antiga, Economia significava a arte de bem administrar o lar, levando-se em conta a renda familiar e os gastos efetuados durante um período. Modernamente, define-se Economia como a ciência que estuda o emprego de recursos escassos, entre usos alternativos, com o fim de obter os melhores resultados, seja na produção de bens ou na prestação de serviços 11. Em outras palavras, trata-se da “ciência humana que analisa os comportamentos individuais (micro) e coletivos (macro) na medida em que estes últimos se defrontam com o problema da escassez, da falta e, da frustração humana”12.

É papel da política econômica de uma nação avaliar os fatores que provocam as distorções sociais, e criar leis e mecanismos que possibilitem uma sociedade mais produtiva e justa. A economia, portanto, é um elemento importante para a vida das pessoas e das instituições públicas. Por essa razão, considerando que os princípios que norteiam a economia são vitais para o desenvolvimento sustentável da comunidade, adotar uma visão econômica coerente e que considere adequadamente a natureza humana (especialmente o seu estado decaído) é essencial para a redução da pobreza. 

R. W. Mackey explica que, além da eficiência produtiva, por meio do equilíbrio dos fatores de produção (território, trabalho e equipamento), ‘uma economia equilibrada produz emprego para todos aqueles que necessitam trabalhar e oferece treinamento adequado para desempenhar a contento a sua função’ 13 . Tal aspecto é importante, afinal, a melhor maneira de reduzir a pobreza e a desigualdade social é tratando das raízes sociais e econômicas do problema. A cultura de ajuda ao necessitado, embora tenha a sua importância, pode perpetuar a condição da pobreza, enquanto a adoção de uma política econômica adequada pode estancar o problema na sua raiz”.

*Este subsídio foi adaptado de NASCIMENTO, Valmir. Seguidores de Cristo: Testemunhando numa Sociedade em Ruínas. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2017, pp. 50-58.

Que Deus o(a) abençoe.

Telma Bueno
Editora Responsável pela Revista Lições Bíblicas Jovens


1 VINE. W. E.; UNGER, M. F.; WHITE JR.; W. Dicionário Vine: o significado exegético e expositivo das palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 232.
2 VINE; UNGER; WHITE JR., p. 233.
3 ARMSTRONG, 2015, p. 31-32.
4 POHL, A. O Evangelho de Marcos: Rio de Janeiro: Editora Esperança, 1998, p. 332.
5 KELLER, T. Justiça Generosa: a graça de Deus e a justiça social. São Paulo: Vida Nova, 2006, p. 64.
FIENSY, D. A. Christian Origins and the Ancient Economy. Oregon: Cascade Books, 2014, p. 5.
7 FIENSY, 2014, p. 6.
8 COELHO, A.; DANIEL, S. Fé e obras: ensinos de Tiago para uma vida crista autêntica. Rio de Janeiro: CPAD, 2014, p. 92.
9 BENTHO, E. C. (Coord.). Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. 3a ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, 1883.
10 KELLER, 2006, p. 36.
11RAMBALDUCCI, M. Fundamentos da economia. Disponível em http://www.joinville.udesc.br/portal/ professores/nilson/materiais/FUNDAMENTOS_DE_ECONOMIA.pdf. Acesso em 13/ago/2012.
12 VERVIER, J. Economia e ética: uma reflexão sobre as quatro últimas décadas no Brasil. Revista Eclesiástica Brasileira, número 247. 2002, p. 605.
13 MACARTHUR, 2005, p. 471.

Prezado professor, aqui você pode contar com mais um recurso no preparo de suas Lições Bíblicas de Jovens. Nossos subsídios estarão à disposição toda semana. Porém, é importante ressaltar que os subsídios são mais um recurso para ajudá-lo na sua tarefa de ensinar a Palavra de Deus. Eles não vão esgotar todo o assunto e não é uma nova lição (uma lição extra). Você não pode substituir o seu estudo pessoal e o seu plano de aula, pois o nosso objetivo é fazer um resumo das lições. Sabemos que ensinar não é uma tarefa fácil, pois exige dedicação, estudo, planejamento e reflexão, por isso, estamos preparando esse material com o objetivo de ajudá-lo. 

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