O Conhecimento do Professor da ED

18 Abril 2016 By In Artigos
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shutterstock 196707320Do Senhor Jesus está escrito: “Porque Ele bem sabia o que havia de fazer” (Jo 6.6).

O conhecimento, em geral, do professor

RESUMO:
1. O conhecimento de Deus. “Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor: como alva, será a sua saía; e ele a nós virá como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra”. (Os 6.3) Conhecimento de Deus pela Bíblia, e conhecimento pela comunhão crescente com Ele. Cf. Jo 14.21,23. 
2. Conhecimento da Bíblia - a matéria que o professor ensina. “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.l5b) 
3. Conhecimento do campo de trabalho do professor, igreja - a Escola Dominical. 
4. Conhecimento introspectivo do aluno; psicologia educacional As leis da aprendizagem; como o aluno aprende Psicopedagogia. 
5. Conhecimento de métodos e técnicas de ensino - didática.
6. Conhecimento do vernáculo – nossa língua materna, e a comunicação através dela. 

Como comunica:
Vocabulário: A freqüência das palavras e seu encadeamento. Tom de voz, e, modulação e inflexão da voz. A voz conduzindo as palavras, apenas com como sons articulados é áspera e antipática, e atinge somente o ouvido, mas desce ao coração; aos sentimentos. 

7. Conhecimento de si mesmo; isto e, o professor conhecer também a si mesmo. Conhecer sua personalidade; inclusive seu temperamento. Conhecer suas limitações Conhecer sua necessidade de atualizar-se Conhecer sua expressividade. 

O Multifacetado Trabalho do Professor da Escola Dominical É multifacetado e volumoso o trabalho do professor da Escola Bíblica Dominical na Casa do Senhor. O professor, e demais obreiros da Escola Dominical que considera a sua missão como grande “privilégio” concedido por Deus; Como uma grande “responsabilidade” assumida diante de Deus; e Como uma grande “oportunidade” na vida, aqui, e, agora.

O trabalho do professor, em resumo (e demais obreiros da EBD) 

1. O preparo da aula bíblica dominical; com oração, antes, durante, e depois. 
2. O desempenho da aulabíblica dominical diante da classe. *A introdução da lição *A explanação da lição *A verificação da lição (=recapitulação dação; etc.) *A aplicação da lição Etc., Etc. (Depende da faixa etária da classe.) 
3. A avaliação da aula bíblica dominical. 
4. Conhecer pessoalmentee por nome, cada aluno da sua classe.
5. Visitação: cada aluno da classe, regularmente. 
6. Oração pelos alunos da sua classe; - oração constante e individualmente. 
7. Motivar cada aluno da sua classe a freqüentar assiduamente os cultos da igreja. 
8. Ser exemplo de vida, de trabalho, de conduta espiritualidade, para seus alunos. 9. Levar cada aluno não salvo, a Cristo, como Seu Salvador pessoal. 
10. Cuidar, extraclasse, do discipu1ado bíblico de cada aluno convertido. 

O aprimoramento do professor da Escola Dominical 

Como pode o professor da EBD como obreiro, no que depender dele, melhorar ainda mais o seu desempenho na Casa do Senhor, visando maior no seu ministério, para a glória de Deus?

Primeiro - O professor Quer melhorar? Ele quer mesmo melhorar? Isso depende, em parte, da resolução, do propósito nesse sentido, por parte do professor. Segundo - O professor Sabe como melhorar? Como proceder o professor para melhorar? Para aprimorar-se? Terceiro - O professor Pode melhorar? Esse professor/obreiro pode melhorar? Tem possibilidades de melhorar? (Meios, recursos, tempo, pré-requisitos) Consideremos o fato de que o ensino mais efi caz não é aquele que é comunicado tão somente de cabeça para baixo; isto é, da cabeça do professor para a do aluno, mas aquele que e comunicado, ao mesmo, tempo, de coração para coração (do coração do professor para o do aluno).”

O ensino, na Escola Dominical, deve ser comunicado com amor. Amor para com os alunos. Amor com o trabalho de ensinar a Palavra do Senhor Amor com o preparo para ensinar. Amor com a Escola Dominical em toda a sua abrangência. Amor mútuo entre todos: alunos e professores, e demais obreiros.Desafios à Educação Cristã nestes últimos dias Avisos da Palavra de Deus sobre a precaução da Igreja ante os males dos últimos, dias contra ela, os quais também afetam a educação cristã em geral, inclusive educandários evangélicos. Ler 2 Pe 2.1,2; 2 Tm3.1-5; 1 Tm 4.1; At 20.30. 

1. O desafio da derrocada dos alicerces espirituais, mora e sociais, por toda parte. SI 11.3 “Na verdade, que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?” Alguns desses alicerces ou fundamentos: 
• O alicerce da fé em Cristo (cf. Lc 18.8). 
• O alicerce da doutrina cristã segundo a Bíblia (Tt 2.7). Cuidemos primeiro da fé, mas, ao mesmo tempo, da doutrina, como esta revelado em 1 Tm 4.6. 
• O alicerce da santidade; da retidão; da justiça; do direito; da integridade; da honestidade (Hb 12.14; 2 Co 7.1; 1 Ts 5.23). 
• O alicerce das convicções bib1icas e cristãs. Primeiramente quanto ao Senhor Jesus Cristo (2 Tm 1.12 “porque eu sei em quem tenho crido”; (não, em que tenho crido). 

2. O desafio da ortodoxia bíblica e cristã do próprio ensinador. 1 Co 4.6 “aprendais a não ir além do que esta escrito.” 

3. O desafi o ‘do relativismo moral, humanista e fi losófi co, hoje presente por toda parte, sem parte, sem ser notado, nem contestado. A falsa filosofia do relativismo infi ltra-se hoje no lar, na escola na {igreja, nas profissões, no governo em geral, na administração pública e privada e na vida relacional do indivíduo. Relativismo e uma teoria moral filosófica afirmando (1) Que tudo na vida é contextual; (2) Que tudo na vida é relativo e variável; (3) Que tudo depende dos fi ns em vista; e (4) Que nada nesta vida é absoluto, Isto é, as realidades morais, éticas, cristãs,científicas etc, variam conforme a época, o lugar, o povo, e a fi nalidade das coisas. O relativismo faz parte da “falsamente chamada ciência” “Ó Timóteo, guarda o depósito que te foi confi ado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e ás oposições da falsamente chamada ciência”(1 Tm 6.20). 

4. O desafio do constante surgimento de movimentos religiosos heterodoxos quanto a fé e a doutrina cristãs, segundo a Bíblia. São desvios da doutrina; deturpação da doutrina; inovações doutrinárias; modismos antibíblicos. 5. O desafi o da contextualização social da igreja, segundo o mundo. É o secularismo dentro da igreja, que na linguagem prática é o mundanismo no viver diário dos membros da igreja. Não estamos falando de contextualização no sentido da adequação da igreja aos recursos da moderna tecnologia; da modernidade. Não. Estamos falando da absorção pela igreja, da fi losofi a de vida do povo do mundo incrédulo, sem, Deus.

Ler 3627 vezes Última modificação em Sexta, 02 Setembro 2016 17:00
Antonio Gilberto

Mestre em Teologia; Licenciado em Pedagogia e Letras; Psicólogo; Membro da Academia Evangélica de Letras; Membro da Casa de Letras Emílio Conde; Autor do livro Manual da Escola Dominical, A Escola Dominical entre outro, todos editados pela CPAD; Comentarista da Revista Lições Bíblicas para Jovens e Adultos da CPAD; Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD; Membro da junta diretora da Global University, em Springfield – Missouri/EUA.

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